quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Jesus




Ele não era médico e levantou paralíticos e restaurou feridos, usando o divino poder do amor.

Não era advogado e elegeu-se o supremo defensor de todos os injustiçados do mundo.

Não possuía fazenda e estabeleceu novo reino na Terra.
Não improvisava festas e consolou os tristes e reergueu o bom ânimo das almas desesperadas.

Não era professor consagrado e fez-se o Mestre da Evolução e do Aprimoramento da Humanidade.

Não era Doutor da Lei e criou a universidade sublime do bem para todos os espíritos de boa vontade.

Padecendo amarguras reconfortou a muitos.
Tolerando aflições semeou a fé e a coragem.
Abatido, curou as chagas morais do povo.
Supliciado, expediu a mensagem do perdão e do amor, em todas as direções.

Esquecido pelos mais amados, ensinou a fraternidade e o reconhecimento.
Vencido na cruz, revelou a vitória da vida eterna, em plena e gloriosa ressurreição, renovando o destino das nações e santificando o caminho dos povos.

Ele não era, portanto, rico e engrandeceu os celeiros dos séculos.

Quem oferecer o coração, em homenagem ao Divino Amor na Terra, poderá desse modo, no exemplo de Jesus, embora anônimo, aflito, apagado ou crucificado, atender à santificada colaboração com Deus, a benefício da Humanidade.

Pelo Espírito de André Luiz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier


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